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Pluralidade marca a cena musical de novembro no Sesc Franca

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Notícias 06 Nov, 2025
De Larie à Roda de Samba Rose Morais, programação reúne vozes, estilos e gerações em celebração à diversidade da música brasileira

A programação musical de novembro no Sesc Franca convida o público a uma verdadeira viagem por diferentes paisagens sonoras, entre vozes femininas, batidas jamaicanas, rodas de samba e clássicos do rock.

Quem abre a agenda, no dia 7, é Larie, nome artístico da francana Larissa de Souza. Residente em Portugal desde 2020, a cantora retorna ao país para um show intimista no Vão do Sesc Franca, em formato voz e guitarra. No repertório, composições que mesclam MPB, música eletrônica e experimentações sonoras. Descrita pela revista Rolling Stone como um “afago pop”, Larie construiu uma carreira internacional a partir do álbum Voa (2016), que marcou sua estreia autoral.

O ritmo muda no dia 9, quando o grupo paranaense Cidade Verde Sounds sobe ao palco da Convivência com a turnê 10 Anos de Missão de Paz. Misturando o reggae dos sound systems jamaicanos ao rap da Golden Era, o grupo celebra uma década do disco que impulsionou sua trajetória nacional. Ao longo da carreira, lançou seis álbuns, gravou um DVD ao vivo em São Paulo e firmou parcerias com nomes como Rael e Negra Li.

No dia 23, a Roda de Samba Rose Morais toma conta da Comedoria com o evento Tardezinha do Vila, dedicado à valorização da cultura afro-brasileira e à preservação da memória do samba em Franca. Idealizada pela francana Rose Morais, mulher preta, radialista, embaixadora do samba e presidente do COMDECON, a roda promove uma experiência musical e afetiva que celebra o legado da comunidade negra na formação da identidade cultural da cidade. A programação inclui abertura com representantes da Velha Guarda, apresentações de artistas locais e intervenções que relacionam o samba à luta antirracista.

Encerrando o mês, em 30 de novembro, a Cia de Rock Paulista, de São Joaquim da Barra, traz um mergulho nostálgico nos clássicos das décadas de 1950 a 1970 e na Jovem Guarda. O show revive a era em que Elvis Presley e Chuck Berry agitavam o mundo com guitarras, ritmo e atitude, em uma celebração à energia e à revolução cultural que moldou gerações.

 

 

 

Carolina Ribeiro/Portal ACIF   Com informações do Sesc Franca    Foto: Divulgação

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