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Seleção de filmes sobre trajetórias femininas marca o mês de janeiro no Sesc Franca

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Notícias 02 Jan, 2026
Com sessões gratuitas, a curadoria de cinema de janeiro reúne títulos que discutem identidade, superação e os modos de existir no mundo contemporâneo.

A programação de cinema de janeiro do Sesc Franca reúne histórias protagonizadas por mulheres que questionam padrões, afirmam escolhas e ampliam modos de ver o mundo. Entre títulos nacionais e internacionais, os filmes abordam arte, liberdade, resistência e transformação. Para o público infantil, uma animação sobre empatia e amizade integra a seleção. Todas as exibições são gratuitas.

No domingo, dia 4, Robô Selvagem acompanha Roz, última unidade funcional do modelo ROZZUM, que naufraga em uma ilha desabitada e precisa aprender a conviver com a natureza e com seus próprios limites. A jornada de sobrevivência se transforma em um processo de criação de vínculos e compreensão do mundo ao redor.

Em Tomb Raider: A Origem, com exibição prevista para o dia 6, Lara Croft busca respostas sobre o desaparecimento do pai e encara desafios que revelam sua força, autonomia e forma de enfrentar o desconhecido. A trama acompanha sua evolução, do cotidiano comum às habilidades que a colocam no centro de uma narrativa de aventura e determinação.

No dia 13, Rainha de Katwe apresenta a história real de Phiona Mutesi, jovem de Uganda que descobre o xadrez por acaso e transforma o talento em trajetória internacional. Entre obstáculos sociais e familiares, o filme destaca persistência, coragem e a potência das escolhas feitas por uma menina que decide reinventar seu caminho.

No dia 20, Meu Bolo Favorito traz Mahin, uma mulher de 70 anos que vive sozinha em Teerã e reencontra afetos a partir de um encontro inesperado. Em uma narrativa sensível, o filme aborda o amor na maturidade e uma crítica social à situação das mulheres e da liberdade de expressão no Irã, onde os diretores enfrentaram problemas com as autoridades.

Encerrando o mês, no dia 27, Meu Nome é Gal revisita a trajetória de Gal Costa, da juventude em Salvador ao protagonismo na Tropicália. A cinebiografia acompanha sua formação artística, suas rupturas e a construção de uma voz que transformou a música brasileira, evidenciando uma mulher que ampliou fronteiras e abriu caminhos para novas gerações.

 

 

 

Com informações do Sesc Franca    Foto: Divulgação/Sesc Franca

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